sábado, 14 de maio de 2011

Intersecção IV

Uma luz amarela bate-lhe no rosto e ele levanta-se da sua cama. Que seria aquela luz? Um rio de luz entrava pela janela aberta e inundava o seu quarto. A luz aquecia-o, ficou com calor. Ao vestir-se para o trabalho, esqueceu-se do casaco e ficou em mangas de camisa. Ele já tinha visto aquela luz antes, mas já fazia parte das há muito esquecidas memórias da sua infância. E, na rua, outra vez chocaram. E, por momentos, ele sentiu uma nova fonte de calor: humano. Logo, em vez de deixar as leis da Física entrarem em acção, caiu para a frente, e tombaram os dois, homem e mulher, um em cima do outro. Destino ria-se: Finalmente! Aquele mundo iria tomar cor! Abaixo à monotonia!

Destino sentou-se no seu trono, agora, simplesmente como observador.

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RISE!!!

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