segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Fim da Estrada (Intersecção VIII)

E aqui está! O final de Intersecção! Foi divertido de o escrever... Infelizmente, apesar de alguns pedidos para o esticar e fazer durar mais um pouco, tal não me foi possível. O que escrevi, escrevi, e o que está feito, está feito. Se quiserem fazer-me perguntas, estejam à vontade, mas o mais provável é eu não lhes conseguir dar resposta, visto que nem eu sei o porquê de várias coisas que escrevi. Comecei a escrever esta história num impulso, e cada parte foi escrita de igual modo. Enjoy.

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... E ambos se juntaram, num longo abraço. No entanto, os seus corpos já não tinham sido concebidos para tamanha manifestação de Vida: lentamente, definharam e ao pó voltaram.

NÃO!!! Os seus recipientes perfeitos!!! Então se eles não suportam Vida, pois tomem-na! Rebolem-se nela e desvaneçam! Argh!

E, num impulso, Destino embrulhou aquele mundo, aquele todo Universo, na maior expressão simultânea de Vida e de Morte: o Fogo.

-"Do fogo vieram e ao fogo voltarão! E, a partir de agora, que se faça a vossa vontade! Renasçam, desapareçam, vão para o raio que vos parta!
Mas primeiro, seja feita a minha vontade, uma última vez, tanto na Terra como no céu!
Que seja todo este plano destruído, e às vossas almas penadas, se é que ainda as têm, deixo ao vosso critério o que fazer com quaisquer migalhas que restem! Tenho dito!"

E assim, Destino juntou-se aos Outros, entretendo-se com outros planos, deixando para trás uma branca e imensa vastidão de Nada. Nada escapou ao fogo da fúria de Destino. Nada... excepto... uma migalha.

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Rise and Fall, round and around.

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